Procurador-geral da República pede novamente prisão de Aécio Neves

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu novamente, nesta segunda-feira (31), a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e seu afastamento do mandato. A prisão já havia sido negada no final de junho, individualmente, pelo ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso no STF.
Na mesma ocasião, o magistrado permitiu o retorno do tucano ao mandato, do qual estava afastado desde maio, quando estourou a Operação Patmos, baseada em delação da JBS.
O novo pedido de Janot é um recurso à decisão de Marco Aurélio. Como a prisão e o afastamento já foram negados pelo ministro, o recurso será analisado pela Primeira Turma da Corte, formada também pelos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Fonte: G1.

Bahia ultrapassa marca de 1 milhão de eleitores biometrizados em 2017

Bahia ultrapassa marca de 1 milhão de eleitores biometrizados em 2017

Com mais de 50 municípios em fase obrigatória de recadastramento biométrico, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ultrapassou, nesta quarta-feira (26/7), a marca de 1 milhão de eleitores biometrizados. O dado é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e refere-se aos procedimentos realizados apenas neste ano de 2017, quando – conforme meta estabelecida pelo próprio TSE – 3 milhões de cidadãos deverão ser recadastrados na Bahia. O número, exatamente 1.018.981 de eleitores, representa 33,97% dessa meta. O dado foi comentado pelo desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, presidente do TRE baiano. Para o desembargador, quando comparado ao número registrado há pouco menos de quatro meses, a marca de 1 milhão de eleitores revisados demonstra o grande esforço dos servidores em torno do recadastramento biométrico. Em 27 de março, data em que foi empossado no cargo máximo da Corte Eleitoral baiana, apenas 300 mil eleitores (10% da meta) estavam biometrizados.  Desde 2009, quando a Justiça Eleitoral baiana iniciou o cadastro biométrico de eleitores no Estado, 2.461.239 cidadãos já realizaram o procedimento. A cidade de Pojuca foi a primeira a realizar a identificação biométrica do eleitorado.

Capital: Em Salvador, dos 1.944.467 eleitores, 432.236 (22,23 %) fizeram biometria. Os 1.512.231 eleitores da capital que ainda não compareceram para fazer o cadastro biométrico, devem procurar um dos postos do TRE-BA até o dia 31 de janeiro de 2018, sob pena de terem o título de eleitor cancelado, o que pode ocasionar problemas na emissão de passaporte, CPF e a suspensão de benefícios sociais como o Bolsa Família.  Para facilitar o acesso dos eleitores, o TRE-BA assinou convênio com a Prefeitura Municipal de Salvador e com outros órgãos, a exemplo da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-BA), Assembleia Legislativa do Estado, Tribunal de Justiça (TJ-BA) e Tribunal Regional do Trabalho (TRT5-BA).

Interior: Em 51 cidades do interior baiano, dentre elas, os as de maiores eleitorados, como Feira de Santana e Vitória da Conquista, também estão fazendo o recadastramento biométrico obrigatório. Da mesma forma que na capital, o desembargador Rotondano já assinou convênios com os gestores de cerca de 30 cidades, garantindo cessão de servidores, locais adequados para postos de atendimento e mobiliário. “Sem o apoio dos gestores municipais, a Justiça Eleitoral não poderia lograr êxito nesse projeto tão importante para o país. O esforço conjunto de magistrados, servidores e ministério público contribui para o crescimento que tivemos nos últimos meses. Mas, ainda há muito a ser feito”, analisa o presidente do TRE-BA.


Brasil vence os Estados Unidos e avança para fase final do Grand Prix

Brasil vence os Estados Unidos e avança para fase final do Grand Prix

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu os Estados Unidos por 3 sets a 1 e se classificou para a fase final do Grand Prix que será disputada na China. As parciais do confronto realizado em Cuiabá foram 25/20, 25/13, 18/25 e 25/18. O Brasil chegou pressionado a última etapa do Grand Prix e corria o risco de não se classificar para a fase final da competição em que é o atual campeão. Mas ele esteve no controle do placar e trabalhou com margens nos dois primeiros sets. Uma boa explicação para a vantagem estava no passe das americanas que não chegava com qualidade na mão da levantadora. O bloqueio, que já é o fundamento que o técnico José Roberto Guimarães mais elogia, conseguiu parar o ataque das adversárias em muitos momentos. O terceiro set começou com os Estados Unidos abrindo vantagem. A líbero falhou bastante na recepção e chegou a dar golpe de vista em bola que bateu antes da linha. Zé Roberto trocou as jogadoras responsáveis pelo passe, mas a diferença no placar já estava em nove pontos e o terceiro set escapou. O set decisivo finalmente foi equilibrado e começou ponto a ponto. Mas na metade da parcial o Brasil conseguiu abrir vantagem e houve uma série de erros das americana. Aí, virou passeio e a seleção fechou com tranquilidade. Adenizia se destacou nos bloqueios e Tandara e Natália foram muito bem nos ataques, incluindo bolas da linha de três que desmonstaram o sistema defensivo dos Estados Unidos. Faltou passe para a seleção em vários momentos da partida e algumas bolas defensáveis caíram no chão.

A capitão Natália reforçou o salto de qualidade do time na hora em que a situação apertou. “A gente sabia que tinha de vencer os três jogos e fez o trabalho. Crescemos muito na terceira fase (do Grand Prix) e mostra amadurecimento. O time vai chegar muito mais fortalecido às finais”. A seleção passa por renovação e chegou ao Brasil ameaçada de não passar a fase final do Grand Prix. Nas etapas disputadas na Turquia e no Japão foram três vitórias e três derrotas. Antes do jogo contra os Estados Unidos, o técnico José Roberto Guimarães falou que a equipe precisava melhorar em todos os aspectos e citou o passe e a defesa. A fase final será em Nanjing, na China, entre os dias 2 e 6 de agosto. O Brasil chega com mais moral depois das três partidas jogadas no país. Houve uma vitória em jogo de altos e baixos contra a fraca Bélgica e bons desempenhos contra a Holanda e os Estados Unidos. Com informações da Folhapress.


Morre Waldir Peres, ex-goleiro de São Paulo, Corinthians e seleção brasileira

Morre Waldir Peres, ex-goleiro de São Paulo, Corinthians e seleção brasileira

Morreu neste domingo um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro: Waldir Peres, ídolo do São Paulo, com passagem pelo Corinthians e titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Ele tinha 66 anos e sofreu um infarto fulminante durante um almoço com a família, na cidade de Mogi Mirim, no interior paulista. – Nós viemos passear na casa de uns amigos numa festa de aniversário em Mogi Mirim, ele acordou legal, estava brincando conversando e depois do almoço aconteceu, passou mal – afirmou a irmã Isabel, ao portal Uol, pouco depois do ocorrido. Informações preliminares dão conta que Waldir Peres se sentiu mal e teve um infarto por volta das 14h. Foi levado por familiares ao hospital 22 de Outubro, em Mogi, mas não resistiu e teve a morte decretada por volta de 15h30. O ex-goleiro deixa dois filhos, que moravam em São Paulo, e uma filha, que está na Malásia. Ele não era casado.


Conheça a história da dupla de 17 anos que criou o famoso Fidget Spinner e já faturaram mais de R$ 1 milhão em 6 meses

Seis meses atrás, os “fidget spinners” eram meros desconhecidos. Mas, agora que a febre espalhou-se rapidamente pelos Estados Unidos e está chegando ao Brasil, as escolas estão cheias de alunos com o novo brinquedo, seja ele produzido pelo fabricante original, a Fidget360, ou por alguma outra empresa genérica. Muitos dos pais e professores já sabem o que os spinners são, independentemente de eles aprovarem ou não a novidade.
Trata-se, basicamente, de um objeto do tamanho da palma da mão, com três aros unidos entre si em uma espécie de hélice. Outro círculo, localizado no centro, funciona com um eixo giratório. E ele gira e gira e gira. Ao procurar alguma coisa para aliviar o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), Allan Maman imaginou um conceito de brinquedo que permitisse manter o foco em determinada tarefa ao mesmo tempo em que controlava a inquietação. Naquela época, ninguém fabricava o que foi batizado de fidget (do verbo to fidget, em inglês, que significa incomodar, inquietar) de forma simples e acessível. Maman percebeu, então, a necessidade e a oportunidade. E criou a Fidget360.

Junto ao jovem amigo e empreendedor Cooper Weiss, ambos magnatas dos negócios com apenas 17 anos, Maman começou primeiro a produzir os spinners na impressora 3D da escola. Lá, eles conseguiram opiniões valiosas sobre o processo de fabricação, graças à ajuda do professor de física Eric Savino. Com o uso da máquina emprestada, os primeiros objetos tiveram margens de lucro elevadas, fazendo com que a dupla ganhasse centenas de dólares em poucos dias. A experiência serviu, ainda, para mostrar a aceitação do produto pelas crianças da escola, alertando para o fato de que ele poderia ganhar mercado. Quando a administração percebeu o que estava acontecendo, no entanto, suspendeu os alunos empreendedores. A equipe mudou-se, então, para o porão de Cooper depois de comprar oito impressoras 3D. Mas a demanda superou, rapidamente, a capacidade, obrigando os jovens a abrirem uma fábrica no Brooklyn com 30 máquinas. Mais uma vez, a operação se mostrou insuficiente, e a solução foi contratar a moldagem por injeção da China. Em apenas seis meses, a empresa tinha faturado centenas de milhares de dólares. É bom lembrar que o investimento para desenvolvimento do produto foi praticamente nulo – além da força da ideia e da perseverança da dupla. Desde o lançamento do site da Fidget360, em outubro de 2016, e da loja online, no mês seguinte, o produto passou a ser enviado para quase todos os 50 estados dos Estados Unidos e para 30 países diferentes.

Só no Instagram já são quase 200.000 seguidores. Apesar de serem muito jovens, Weiss e Maman já sabiam do potencial das redes sociais para o aumento das vendas. O primeiro anúncio no Instagram que eles pagaram custou US$ 15 e gerou US$ 2.000 em vendas em apenas 24 horas. No entanto, em menos de 60 dias após o enorme sucesso, a Fidget360 começou a ser alvo da concorrência. Era hora de planejar os próximos movimentos. Quando percebeu que o spinner tinha virado moda, a dupla rapidamente começou aram a operar “shell companies” (empresas que servem como um meio de transações comerciais sem ter ativos ou operações significativas), que vendiam tão barato quanto seus concorrentes. O objetivo era que a Fidget360 não se prejudicasse em um mercado que ela mesma havia criado. Agora, por meio de suas conexões e afiliações, Weiss e Maman estão colocando centenas de milhares de spinners no Walmart e em outras lojas de grande escala. Quando perguntado sobre seu sucesso, Weiss diz: “Não tenha medo de seguir uma ideia. Nós tentamos muitos conceitos diferentes antes da Fidget360 e falhamos muito mais vezes do que obtivemos sucesso”. Os jovens já receberam ofertas para vender a companhia por valores que beiram os seis dígitos. Entre seus clientes, estão personalidades como o jogador de basquete Draymond Green, do time Golden State Warriors, e até o cantor Harry Connick Jr.. O empresário Gerard Adams, fundador da plataforma online de notícias “Elite Daily”, viu potencial em Maman e Weiss e fez um acordo para aumentar a visibilidade da empresa nas redes sociais. Muitas pessoas questionam como a dupla conseguiu gerenciar um negócio de tanto sucesso enquanto ainda estava o ensino médio. Maman explica: “Quando Cooper e eu fundamos a companhia, nós trabalhávamos sem parar todos os dias depois da escola até, pelo menos, meia-noite. Nós sacrificamos parte da nossa vida social e do nosso desempenho escolar. No entanto, priorizar os negócios em detrimento de alguns outros aspectos da vida vale a pena. Se nós não nos dedicássemos no início, nunca teríamos conseguido tanto sucesso”. Um problema que não tinha relação com o negócio e que os jovens acabaram enfrentando é que grande parte da energia da dupla estava sendo gasta em algo que ia além da escola, o que causou muitos conflitos com os professores e com a administração. Até algumas semanas atrás, Maman estava em suspensão por causa de um telefonema muito importante com um investidor. Ao mesmo tempo em que estão ocupados com as provas finais e com o planejamento das festas de formatura, Weiss e Maman planejam novos produtos e novas empresas. A dupla está na fase de pesquisa e desenvolvimento de sua próxima novidade. Fonte: Revista Forbes.


Helicóptero faz pouso forçado no Rio após ser atingido por tiro

 Helicóptero faz pouso forçado no Rio após ser atingido por tiro

Um helicóptero precisou fazer um pouso forçado nesta sexta-feira (21), em São Conrado, na Zona Sul do Rio. A aeronave sobrevoava os arredores do Morro do Vidigal e peritos confirmaram que ela foi atingida por um tiro. O projétil furou o rotor de cauda da aeronave, forçando o pouso. Ninguém se feriu.
Peritos da Polícia Civil foram ao local do pouso, na área gramada próxima ao túnel que liga São Conrado à Barra. O caso será investigado pela 15ª DP (Gávea), e os donos da aeronave serão chamados para depor posteriormente. O helicóptero que fez o pouso forçado é particular, operado pela empresa Ultra-planna Táxi Aéreo. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave tem prefixo PR-BAR e está em situação regular. Tanto o certificado de aeronavegabilidade como a inspeção anual de manutenção estão em dia.  Ainda segundo a Anac, “informações acerca da investigação e causas do pouso não programado podem ser apuradas com a força de segurança pública local”.  O delegado José Alberto Lage, da 15ª DP, afirmou que a aeronave é particular e estava voltando para Jacarepaguá quando o piloto percebeu uma alteração no voo.  Ainda de acordo com o delegado, a tripulação saiu de Jacarepaguá, fez um voo panorâmico na Lagoa Rodrigo de Freitas e estava retornando ao destino quando o piloto sentiu a trepidação diferente na aeronave.  Além da Polícia Civil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos também realizou uma perícia na aeronave. (G1)

Rotor na parte traseira do helicóptero teria sido atingido por tiro


Confira quanto participantes ganham para integrar ‘Big Brother’, ‘Fazenda’ e ‘A Casa’

Muitos brasileiros sonham em participar dos realities shows. Uns argumentam que querem melhorar de vida, outros pontuam o desejo de ficarem famosos. Porém, fora dos prêmios anunciados, os cachês disponibilizados pelas emissoras não são tão elevados. Segundo dados do TV Foco, para o “Big Brother Brasil”, a Globo paga cerca de 6 salários mínimos em um contrato de seis meses fechado com todos os participantes, com direito a um plano de saúde. Já para a primeira edição de “A Casa”, a Record pagou a cada um dos 100 participantes confinados cerca de R$ 1 mil. Esse valor foi pago apenas na entrada do programa e nada mais. Por outro lado, em “A Fazenda”, por ser tratar do confinamento de “artistas”, a emissora dos bispos chegou a liberar R$ 100 mil a R$ 120 mil por participante de uma vez só. No entanto, esses valores diminuiram nas últimas edições e o cachê estaria variando entre R$ 60 e R$ 70 mil. (Holofote)

Número de mortes por Aids tem redução de 7,2% na Bahia

O número de casos notificados no estado, desde 2010, também
sofreu queda, de 36%.
O número de mortes por Aids na Bahia registrou uma queda de 7,2% desde 2010, segundo dados divulgados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Em 2010, segundo os números, foram 537 mortes (354 homens e 183 mulheres). Já em 2016, o número caiu para 498 (314 homens e 184 mulheres). O número de casos notificados no estado, desde 2010, também sofreu queda, de 36%. Na Bahia, desde o primeiro caso notificado, em 1984, até 2016, foram registrados 30.382 casos de Aids. Desses, 19.135 (62,9%) do sexo masculino e 11.247 (37%) do feminino. A taxa de detecção de Aids, por sua vez, apresenta tendência de crescimento. Observa-se, em 2010, uma taxa de 12,9 e em 2015 de 13,4 casos por 100 mil habitantes. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), que apresentou números sobre a Aids nesta quinta-feira (20), as mortes relacionadas à doença diminuíram no planeta, alcançando um milhão de pessoas no ano passado (2016), a metade do número registrado em 2005. Para o Brasil, no entanto, sobrou um alerta: o total de novas infecções a cada ano no país aumentou em 3% entre 2010 e o ano passado, ao mesmo tempo em que, na média mundial, essa taxa sofreu contração de 11%. *CORREIO

Lei que reforma a CLT é publicada no Diário Oficial da União .

A Lei foi sancionada ontem (13) pelo presidente da República, Michel Temer, que, em cerimônia no Palácio do Planalto, na presença de ministros e parlamentares, entre outras autoridades, disse que os direitos dos trabalhadores estão sendo preservados.
“Este projeto de Lei é a síntese de como esse governo age. Como eu tenho dito, o diálogo é essencial, mas também a responsabilidade social. Estamos preservando todos os direitos dos trabalhadores. A Constituição Federal assim determina”.


A aprovação da reforma, tida pelo governo como uma de suas prioridades, divide opiniões. Mas o presidente e sua equipe garantem que a modernização da CLT vai aumentar a geração de empregos e dar segurança jurídica tanto para empregados quanto para empregadores.
“O que fizemos foi avançar. Contratos que antes não comportavam carteira assinada hoje estão previstos expressamente. Nossa consolidação, que foi na época um grande avanço, é de 1943. É claro que o mundo não é mais de 1943, é do século 21. E fizemos a adaptação ao século 21. Hoje há uma igualdade na
concepção. As pessoas são capazes de fazer um acordo, de um lado os empregados, de outro, os empregadores”, frisou Temer.

Pontos polêmicos
Alguns pontos da lei, no entanto, serão alterados após diálogo com o Congresso. O governo enviou aos parlamentares uma minuta com os pontos da medida provisória (MP) com a qual pretende alterar a reforma trabalhista. A minuta toca em dez pontos da reforma, entre eles temas polêmicos que foram discutidos durante a tramitação, como o trabalho intermitente, a jornada 12 por 36 horas e o trabalho em condições insalubres das gestantes e lactantes.
Segundo o líder do governo senador Romero Jucá, relator da reforma na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), não há prazo definido para a conclusão da MP e há tempo para sua edição. “Encaminhei hoje [a MP] para vários parlamentares os pontos que são objeto do acordo no Senado para serem discutidos. Na hora que estiverem amadurecidos, a MP será editada. Não tem previsão. É importante dizer que esta lei só vale daqui a 120 dias. Para ter uma medida provisória que modifique a lei, ela tem que ocorrer antes de 119 dias. Então nós temos um prazo razoável”, disse. (agenciabrasil)


Juiza autoriza devolução de dinheiro aos investidores da Telex free no AC

Uma decisão surpresa foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Acre, nesta quinta-feira, dia 05: todos os investidores da TelexFree vão receber de volta o dinheiro investido nos pacotes vendidos pela empresa capixaba. A decisão foi assinada pela juíza Thais Khalil, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco. O processo já transitou no Judiciário como julgado. A magistrada acreana, que determinou o fim das operações da empresa em todo o país, decidiu que todos os contratos firmados entre a empresa e seus divulgadores serão tornados nulos, ou seja, não terão nenhum valor a partir de agora. Portanto, o dinheiro poderá ser devolvido mediante comprovação do investimento e, claro, dos lucros já obtidos, valores que serão abatidos no reembolso. A juíza também declarou que todos os valores deverão ser atualizados, antes de devolvidos aos investidores. Aqueles que recompraram pacotes também serão restituídos dos valores colocados à disposição da empresa. Para isso, claro, há um tempo máximo de 30 dias, conforme sentença. Além de determinar a liquidação da empresa, Thais Khalil determinou que a empresa pague uma multa de R$ 3 milhões, valor que será repassado diretamente ao Fundo Nacional de Defesa dos Direitos Difusos, conforme estabelece a legislação federal. Além disso, os sócios da empresa, Carlos Costa e Carlos Wanzeler, caso atuem novamente no modelo da TelexFree, vão pagar R$ 100 mil de multa a cada contrato celebrado.