Defensor deixou a Toca do Leão por 3 milhões de euros, cerca de R$ 12,7 milhões

Foto: Maurícia da Matta/EC Vitória

Iago Maia 
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Negociado com o Hoffenheim, da Alemanha, o zagueiro Lucas Ribeiro se despediu no início da tarde desta terça-feira (19) do Vitória. Através do seu perfil oficial no Instagram, o defensor de 20 anos agradeceu o carinho dos funcionários e ex-companheiros e expôs seu carinho pelo clube.

“Cheguei no clube com 16 anos, e em pouco mais de três anos pude evoluir como profissional e como pessoa, graças ao carinho, suporte e auxílio que o clube sempre me deu. Me despeço com um aperto no coração, foi o clube que me abriu as portas, me projetou no futebol, e que nunca virou as costas pra mim, sempre me dando oportunidade, ajudando a mim, a minha família. Saio de cabeça erguida, feliz com o carinho dos torcedores, com o apoio que me deram ao longo desses anos”. E completou. “Obrigado a todos que conviveram e viveram comigo esses anos aqui, todos os funcionários, todas as comissões técnicas que eu pude trabalhar, meus companheiros”, disse.

Lucas Ribeiro deixou a Toca do Leão por 3 milhões de euros, cerca de R$ 12,7 milhões. Os dados foram informados pelo site Transfermarkt, especializado em dados sobre futebol.


Trinta anos do bicampeonato Brasileiro do Bahia: Lembranças, reconhecimento e futuro

Há trinta anos, mais precisamente no dia 19 de fevereiro de 1989, o estado parou para comemorar o título brasileiro conquistado pelo Bahia, ao assegurar o empate contra o Internacional por 0 a 0 no Beira Rio, após vencer, de virada, o primeiro jogo por 2 a 1 na Fonte Nova. Sob o comando de Evaristo de Macedo e do craque Bobô, o grupo conquistou o segundo troféu nacional do clube, que anteriormente havia vencido a Taça Brasil de 1959 sob o Santos, do astro Pelé.

Além de colocar o Tricolor sob os holofotes da mídia nacional, a conquista mostrou, sim, que era possível um time do Nordeste vencer o Campeonato Brasileiro, feito que não se repete desde então. À época, o grupo driblou a falta de estrutura e os baixos salários atrasados com bom futebol.

“Não tínhamos nem sequer treinador de goleiros. Ganhamos pela garra, pela torcida, pela direção do clube. Ganhamos o título com dois meses de salário atrasado, vivíamos do bicho que era pago. Tinha até calculadora no banco de reservas. E o bicho era pago no vestiário. Hoje temos um grupo de Whatsapp, em que a gente se fala. São memórias boas que hoje estão na história do clube”, revelou Bobô, em entrevista concedida ao Bar F.C, em 2017.

Foto: reprodução/ Erik Salles

O ex-atacante Charles, integrante do elenco que assumiu o lugar do então titular Renato, concordou com o ex-meio-campista e afirmou que a ambição foi outro fator fundamental para a conquista. “Tinha muitos jogadores oriundos da base, jogadores da Bahia e jogadores que sabiam a história do clube. Todos tinham ambição de ganhar reconhecimento nacionalmente pela conquista, sendo valorizados em todos os sentidos… Então, passa muito por esse perfil do grupo, onde todos tinham o mesmo objetivo. Todos queriam vencer na vida”, falou ao Varela Notícias.

Quem também reiterou a ambição dos atletas jogadores foi o ex-zagueiro João Marcelo, que também contou um fato inusitado. Na infância, ele colocou fogo acidentalmente na casa que morou e viu o futebol como uma forma de proporcionar tudo aquilo que seus pais perderam. “A gente ganhava muito pouco e ali era nossa possibilidade de mudar de vida. Eu, quando tinha sete anos, toquei fogo na casa de minha mãe. Estava chovendo e fui jogar bola na rua. Subi no guarda-roupa e toquei fogo na casa. Depois dessa tragédia, botei na cabeça que seria jogador de futebol e daria uma casa pra minha mãe”, comentou.

A campanha do Bahia inicialmente foi inconstante e com muitos empates. No entanto, foi o suficiente para garantir uma das vagas nas quartas de final da competição. A partir daí, o Tricolor cresceu e derrubou, na sequência, o Sport, com dois empates, Fluminense e Internacional.

Além da elegância sútil e dos gols decisivos de Bobô, das arrancadas de Zé Carlos, das defesas de Ronaldo e da qualidade técnica de Paulo Rodrigues, a arrancada final se deu graças ao trabalho realizado pelo técnico Evaristo de Macedo, ao menos foi o que relatou o João Marcelo.

“Esse título vinha sendo montado em 1985, 1986 e 1987. E ‘seo’ Evaristo organizou esse time, trouxe novo métodos de treinamento da época que foi jogador de futebol e treinador no mundo árabe. Esse foi um dos fatores que nos deu personalidade para jogar o Campeonato Brasileiro e entender que o Bahia era um time grande e que era igual aos principais clubes do país”, afirmou.

Reconhecimento 

“59 é nosso, 88 também”. Ecoada pelas arquibancadas da Arena Fonte Nova, a música é uma clara referência aos títulos do Campeonato Brasileiro conquistados pelo Bahia em 1959 e 1988. No entanto, apesar da cancão, o grupo achou durante muito tempo que era pouco valorizado tanto pela torcida e dirigentes quanto pela imprensa regional.

Foto: Felipe Oliveira

“O pessoa de 59 morreu sem reconhecimento e nós, jogadores de 1988, estávamos indo para o mesmo caminho, porque nunca houve uma comemoração do título com a mesma força que torcida canta nas arquibancadas. Nós percebemos que estávamos indo para o mesmo caminho, sem o reconhecimento que merecíamos pela grandeza desse título”, revelou João Marcelo.

O medo do esquecimento e a utilização de forma indevida da imagens dos ex-atletas resultou na criação da Associação dos Campeões Brasileiro de 88 (ACB-88). Essa aliança recuperou a autoestima dos ex-jogadores e contribuiu para a série de homenagens e eventos promovidos que relembraram a importância dessa conquista.

Foto: divulgação/ Felipe Oliveira

Hoje, a ACB-88 é parceira da atual gestão do Esporte Clube Bahia. E foi através dessa união que surgiram os  eventos do último final de semana que relembraram a conquista nacional. Segundo Lenin Franco, gerente de negócios do clube, a série de cerimônias é apenas o pontapé inicial do projeto montado pela diretoria tricolor para valorização da história da instituição.

“É um marco inicial para o projeto de resgate e valorização da história do clube”. E completou. “Ano que vem teremos uma ação especial em relação ao título de 1959. Obviamente a gente não consegue fazer com os jogadores porque estão quase todos falecidos”, informou.

Seca de títulos nacionais 

 

Foto: reprodução/ Felipe Oliveira

Após a conquista de 1988, o Bahia até fez bonito em outra oportunidade no Campeonato Brasileiro, mas não impôs sua força e ficou pelo caminho. No Brasileirão de 1990, o Tricolor fez campanhas regulares duas primeiras fases e bateu o Bragantino nas quartas de final. Entretanto, caiu na semifinal diante do Corinthians, após perder o jogo em casa e ficar somente no empate em São Paulo.

Trinta anos depois fica a pergunta: “um time nordestino pode vencer novamente o Brasileirão?”. Para João Marcelo, a resposta é sim. Ele avaliou que a estrutura e organização do clube neste momento permite sonhos maiores.

“O Bahia não aproveitou esse título como deveria e viveu durante muito tempo somente desse título, sem se reestruturar para conquistar a terceira estrela. Passou por uma época que sinceramente… Mas teve que passar por tudo isso pra se organizar. Hoje, o Bahia pode ganhar tudo. É difícil ser campeão? É, mas é possível, até porque tem uma folha salarial alta, com cinco a sete jogadores de time de primeira linha”. “Era difícil também em 1988 também ser campeão, porque os outros times já estavam em nossa frente”, falou João, que ganhava um salário mínimo à época.

Charles Fabian, por sua vez, foi de encontro ao que afirmou o ex-companheiro, mas citou o caso do Leicester, da Inglaterra, como exemplo. De acordo com ele, o atual formato do torneio é prejudicial ao Tricolor.

“Neste moldes de pontos corrido, eu acho muito difícil um time nordestino ganhar esse troféu. Um time com o orçamento do Bahia, comparado com o Palmeiras, Flamengo, etc… Muito difícil de levar, mas nada é impossível no futebol”, afirmou.

Relembre a campanha do Bahia em 1988
29 jogos
13 vitórias
11 empates
5 derrotas
33 gols marcados
23 gols sofridos

Time base

Ronaldo; Tarantini, João Marcelo, Claudir e Paulo Robson; Paulo Rodrigues, Zé Carlos, Bobô e Gil; Charles e Marquinhos
Técnico: Evaristo de Macedo

Quartas de final

29.jan.89 – Sport 1×1 Bahia
1.fev.89 – Bahia 0x0 Sport

Semifinal

9.fev.89 – Fluminense 0x0 Bahia
12.fev.89 – Bahia 2×1 Fluminense

Final

15.fev.89 – Bahia 2×1 Internacional
19.fev.89 – Internacional 0x0 Bahia


Sucessora de ‘O Sétimo Guardião’, trama de Walcyr Carrasco tem nome alterado

Sucessora de 'O Sétimo Guardião', trama de Walcyr Carrasco tem nome alterado

Foto: Reprodução / Instagram

Além de “Tróia”, de Manuela Dias, que teve o seu nome alterado para “Amor de Mãe” (relembre aqui), a Rede Globo anunciou que a próxima trama das 21h, de autoria de Walcyr Carrasco, também teve o seu nome trocado.

 

De acordo com o Notícias da TV, “Dias Felizes” agora será chamada de “A Dona do Pedaço”. A trama sucessora de “O Sétimo Guardião” contará no elenco com Marcos Palmeira, Juliana Paes, Mel Maia, Nívea Maria, Agatha Moreira, Reynaldo Gianecchini, Paolla Oliveira, Fernanda Montenegro, entre outros.

 

Experiente por já ter emplacado novelas no horário das 21h como “Esperança” (2002), “Amor à Vida” (2013) e “O Outro Lado do Paraíso” (2017), Walcyr antecederá Dias, que fará a sua estreia no horário nobre.


Mileide processa Safadão por calúnia e difamação e pede R$ 900 mil de indenização

Mileide processa Safadão por calúnia e difamação e pede R$ 900 mil de indenização

Foto: Reprodução / Instagram

Mais um capítulo na briga entre Wesley Safadãoe sua ex-mulher, Mileide Mihaile. Desta vez, ela processa o ex-marido por calúnia, injúria e difamação e pede R$ 900 mil de indenização por danos morais. A atual mulher de Safadão, Thyane Dantas, e a mãe do cantor, Maria Valmira Silva de Oliveira, também são processadas por Mileide.

São duas ações. Em uma delas, que tramita na 23ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza (CE), a influenciadora digital pede em liminar para que Safadão e seus familiares parem de mencionar o nome dela, e do filho do casal,  Yudhi, oito anos, indevidamente em redes sociais e entrevistas. É neste processo que ela cobra indenização de R$ 900 mil.

Segundo Thales de Oliveira Machado, advogado de Mileide, há dois vídeos que circulam nas redes sociais e que, na visão da influenciadora, expõem de forma inadequada o menino. Um deles é sobre a polêmica que Safadão queria levar Yudhi para a festa de aniversário do jogador Neymar, no dia 4 de fevereiro, na França, mas Mileide não teria permitido.

Nesta segunda (18), a Justiça mandou efetivar a citação de Wesley e seus familiares neste processo. Eles terão 15 dias úteis para apresentar contestação.

A outra ação é penal e não envolve a criança. É uma queixa-crime em que Mileide acusa o ex-marido e seus familiares de calúnia, injúria e difamação. A influenciadora afirma que é mentira afirmações feitas por Wesley em programas e na imprensa de que ela seria a responsável pelos ataques que ele tem sofrido por meio de perfis falsos na internet.

“A gente prova que ela [Mileide] que ela não tem nenhum envolvimento [nos ataques nas redes sociais) e que isso está sendo divulgado de maneira incorreta”, afirma o advogado Machado.

Segundo o Tribunal de Justiça do Ceará, esse processo se encontra atualmente com o Ministério Público.

No fim de 2018, Safadão entrou com processos na Justiça para investigar ataques sofridos contra ele e sua família pelas redes sociais nos últimos sete anos. Ele também chegou a dizer que tinha provas do envolvimento de Mileide.

Em nota encaminhada por sua assessoria de imprensa, Wesley Safadão afirma que não foi citado oficialmente e só tomou conhecimento pela imprensa das duas ações judiciais propostas por Mileide. O artista também informa que está surpreso. “Cansado de novamente ter sua vida privada exposta por Mileide, que começou com toda essa exposição em junho de 2018, o artista está surpreendido especialmente com o fato de ela tentar nesse momento calar sua boca. Por quê?”, questiona.

Ele diz ainda que esta à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento.

Safadão, que foi comprometido com Mileide por oito anos, é casado hoje com Thyane com quem tem outros dois filhos.


Live com Jammil: Levi Lima relembra infância no Carnaval e revela data do casamento

 Live com Jammil: Levi Lima relembra infância no Carnaval e revela data do casamento

Foto: Reprodução / Facebook Bahia Notícias

O cantor Levi Lima, vocalista da banda Jammil, esteve na redação do Bahia Notícias, no início da tarde desta terça-feira (19). No papo, ele falou do projeto Vamos Ver o Pôr do Sol, que teve sua quarta edição encerrada no último domingo (17), no Jardim dos Namorados, após passagem pelo Santo Antônio Além do Carmo e Parque da Cidade.

 

Para o Carvanal, o grupo está com duas apostas musicais: “Deixa Balançar” e “Resenha do Dread”. A última conta com participação de Beto Jamaica, integrante do É o Tchan. O clipe da faixa foi gravado no Pelourinho e será disponibilizado na próxima semana. Na Folia, eles puxarão novamente o bloco praieiro, no domingo e segunda, além de marcarem presença no Camarote do Nana e Camarote Salvador, respectivamente.

 

Ele contou que a vontade de ter uma carreira musical surgiu da experiência como folião, que iniciou aos 15 anos. “Só saia na pipoca. Não tinha grana para sair em bloco, nem nada. Fui muito. Aquilo tudo foi bem especial. Comia água com a galera, voltava ‘trazeirando’ o busu”, brincou. Por fim, ainda revelou que subirá ao altar com a assistente de palco do programa “Domingo Legal”, Bruna Manzon em outubro deste ano após quase oito anos de relacionamento. Assista:


Indústria farmacêutica pede isenção de prescrição médica para 28 remédios

Indústria farmacêutica pede isenção de prescrição médica para 28 remédios

Foto: Agência Brasil

A indústria farmacêutica solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que um grupo de 28 remédios receba a chancela de “isentos de prescrição médica”. Segundo o jornal O Globo, estão incluídas drogas para tratamento de herpes, alergias, inflamações, gastrite e esofagite.

 

Para os fabricantes, a medida reduziria a demanda por serviços de saúde para doenças com tratamentos considerados simples. “O consumidor terá um maior número de produtos para lidar com os sintomas de uma doença, o que gera ganhos para a sociedade. A cada R$ 1 gasto com esses medicamentos, há uma economia de R$ 7 no sistema de saúde e ao se evitar faltas no trabalho”, afirmou Marli Sileci, vice-presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria dos Medicamentos Isentos de Prescrição (Abrimip). Os dados são baseados em um estudo da Fundação Instituto de Administração (FIA).

 

Sileci ressaltou que a liberação das substâncias não é um estímulo à automedicação, já que é recomendado que o paciente procure um médico caso os sintomas permaneçam.

 

A Anvisa espera ter uma lista preliminar fechada até abril. Essa relação, então, será discutida com representantes das farmacêuticas e da sociedade civil. De acordo com Daniela Marreco, gerente geral de medicamentos da autarquia, a análise considera critérios como o tempo de comercialização da substância, histórico de efeitos adversos e potencial para causar vício.


Robinson Almeida prega união no Vitória, mas vê Ricardo David com pouca governabilidade

Robinson Almeida prega união no Vitória, mas vê Ricardo David com pouca governabilidade

Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias

Novo presidente do Conselho Deliberativo do Vitória, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) quer um clube unido. Diante disso, ele já conversou com algumas correntes políticas da agremiação, bem como alguns ex-presidentes com o objetivo de tentar diminuir a crise.

 

“Assumi a presidência sem um planejamento prévio. O presidente me comunicou no dia que renunciou. Consultei várias pessoas e resolvi assumir. O clube vive um momento difícil e, todos aqueles que amam o Vitória, precisam dar sua parcela de responsabilidade. Me reuni com as instâncias do clube e conversei com várias lideranças políticas para que todos possam colaborar. O desafio é esse. É uma convergência daqueles que colocam o Vitória acima de tudo. O clube está em uma situação de muita dificuldade e precisa de várias mãos para reerguê-lo. O rebaixamento para a Segunda Divisão, uma perda de receita expressiva e uma dificuldade para retornar à Série A”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Para Robinson Almeida, o presidente Ricardo David conta com pouco apoio político.  “A governabilidade do conselho diretor é muito pequena. Não tem canais de interlocução dentro do Conselho Deliberativo. É o reflexo do desempenho da gestão. A minha determinação é buscar uma saída para essa crise. O Vitória é maior que tudo isso. Esteve na Série C [em 2005] e cinco anos depois estava em uma final de Copa do Brasil. Temos momentos de grandes desempenhos combinados com momentos de dificuldades”, destacou.

 

Na última terça-feira (18), um grupo de conselheiros pediu a renúncia de Ricardo David. E Robinson Almeida comentou a situação e as alternativas que podem ser feitas, entre elas um afastamento definitivo.

 

“São várias alternativas. A primeira é o término do mandato. Quando as crises se instalam, o que seria natural vira excepcional. A primeira hipótese depende muito do desempenho em campo, o que não tem mostrado nenhum alento de que pode retornar à Série A. Uma outra opção é a antecipação do mandato, com um impeachment que tem que ter um amparo legal. Pode ser objeto de uma judicialização. A consequência para quem assumir depois desse período será muito desafiadora. Uma terceira hipótese é a saída compactuada. Que as partes envolvidas entrem em acordo por uma antecipação da eleição ou um arranjo que novos dirigentes assumam funções no clube. Estou discutindo com essas lideranças as alternativas possíveis para que a gente encontre uma solução”, pontuou.

 

Sem entrar em detalhes, Robinson ainda revelou que teve uma reunião com Ricardo David e o vice-presidente Francisco Salles. “Reuni com os dois na sexta-feira, para tratar de questões institucionais e a situação geral do clube. Estamos com esse momento difícil e estamos preocupados”, concluiu.


Governo federal fatia pacote anticrime e Moro minimiza gravidade de caixa 2

Governo federal fatia pacote anticrime e Moro minimiza gravidade de caixa 2

Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

O governo federal decidiu fatiar o pacote anticrime que foi encaminhado nesta terça-feira (19) ao Congresso Nacional e deixou em separado a parte que criminaliza o caixa 2. Ao anunciar a decisão, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, minimizou a gravidade do caixa 2.

 

“Houve uma reclamação por parte de alguns agentes políticos de que caixa 2 é um crime grave, mas não tem a mesma gravidade que corrupção, que crime organizado e crimes violentos. Então nós acabamos optando por colocar a criminalização [de caixa 2] num projeto a parte”, comentou Moro, de acordo com a Folha de S. Paulo.

 

O pacote é composto em grande parte por três projetos de lei que alteram 14 leis. A criminalização do caixa 2 também está incluída. Na avaliação de Moro as propostas aumentam as penas dos crimes e criam mecanismos para aprimorar a investigação.